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boasvindas

12 de novembro de 2012

Pensou em conforto? Aposte no tijolo!


Gente do céu! Minhas mãos coçam, os olhos brilham e chego quase a salivar quando vejo ideia boa e criativa pra decoração. E vou te falar, essa daí e de morrer de amor! 

Pense em conforto, beleza, diversão e criatividade...Pois é, o estúdio japonês Torafu Architects pensou nisso tudo, colocou no liquidificar, bateu bem e dessa mistura saíram os módulos “Soft Block”, uma linha de tijolos decorados (cada um mais lindo do que o outro) que podem ser empilhados formando sofás, camas, e o que mais a imaginação mandar. 


Mas peraí Vivi, sofá de tijolo? Isso não dói a bunda não? Kkkkkkkkkk Não gente, (pausa dramática para um suspiro apaixonado) os tijolinhos são de tecido e espuma...#morri. 

  

Na boa, eu daria um beijo na boca do japa que pensou nisso! E você, designer (de mobiliário, produto, etc) bem que poderia se inspirar e lançar ideias similares por aqui né?...Imagina um bloco em formato de cobogó colorido heim? Ai é que eu enlouqueço de vez! (Ahhh, e desconsidere o lance do beijo na boca tá) :-)


8 de novembro de 2012

O conflito virou climão? Mediação é a solução!


Acredito que todo conteúdo abordado nos posts dessa coluna resumem uma única ideia: A vida em condomínio é uma caixinha de surpresas (cheia de pólvora dentro e prestes a explodir rs). Por isso é mais do que esperado que surjam conflitos dos mais variados e por isso é legal fechar a coluna com um assunto que esteve onipresente em todos os temas – a mediação de conflitos. 

Em alguns tópicos, como os de barulho ou problemas com vizinhos espaçosos, é normal querermos apelar diretamente para o poder judicial estadual (lê-se, meter na justiça). Mas essa é realmente a melhor opção? A resposta quase sempre é NÃO.

A vantagem de resolver um conflito no condomínio recorrendo ao judiciário é que a decisão final deve ser obrigatoriamente acatado por todos, mas o processo pode se arrastar por anos, além de ter custos altos. Levar um processo adiante contra seu vizinho (ou até mesmo contra a própria administração) as vezes pode significar “ir longe demais” e destruir definitivamente uma relação já conturbada. Por isso, existem outros caminhos alternativos para que todo conflito não precise ser decidido num ringue de batalha judicial. 


Uma ótima alternativa é a mediação, já ouviu falar? Na mediação uma terceira pessoa, chamada de “mediadora” (que tem poder legal), ouve as partes envolvidas na questão e propõe soluções que satisfaçam todos os lados. A grande vantagem da mediação é que ela pode ser usada em qualquer circunstância e é rápida se as partes chegarem a um acordo. 

O maior órgão de decisão nos condomínios é a boa e velha Assembléia Geral, e como ela é uma reunião de todos os condôminos para a resolução das principais questões do condomínio, é interessante propor a criação de um Conselho de Mediação formado por moradores previamente eleitos. Dessa forma os conflitos iniciados entre os condôminos podem ser resolvidos sem nenhum deles precisar sequer sair do prédio. 

Se o seu condomínio não tem esse tipo de Conselho e bacana sugerir ao síndico que procure uma boa fonte de informações para montar um no seu condomínio. Existem administradoras que possuem revistas periódicas, voltadas diretamente aos síndicos e ajudam bastante no processo. 

Além de ter muitas vantagens, a mediação é a alternativa mais barata para a resolução de conflitos e seu único custo é referente à hora de trabalho do mediador das reuniões. É possível encontrar esse tipo de serviço em todas as capitais. Em São Paulo existe a Câmara de Mediação da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania onde 95% dos casos que passam por lá tem um final positivo e não vão para o campo judicial, no Rio de Janeiro o Tribunal de Justiça pode auxiliar nessa questão. #ficadica

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Viu pessoal, como pra tudo nessa vida tem uma solução? Morar em condomínio tem seus altos e baixos e agir com bom senso, e sobretudo paciência, é fundamental. Então agora que já chegamos ao fim da nossa série de matérias e você percebeu que, como em todo relacionamento, gentileza gera gentileza, que tal bater na porta do vizinho e desejar bom dia? :) Já é um bom começo né? 

Beijos e até a próxima!


4 de novembro de 2012

Uma santa inspiração na decoração!


A vida imita a arte ou a arte imita a vida? Segundo Oscar Wilde “A vida imita a arte muito mais do que a arte imita a vida”... Hummm, não sei não, tenho lá minhas dúvidas. O que acredito de verdade é que, independente de quem imita quem, se a idéia é boa a imitação tá perdoada. Rs.

Seguindo nessa linha de raciocínio, o que mais inspira o cotidiano da galera aqui no Brasil ainda é a boa e velha novela das 8 (ou seria das 9?). E já que tá todo mundo no mesmo barco, assuma toda a sua brasilidade e aproveite o que o tema da nova novela tem de melhor: "Salve” um espaço na sua casa e mergulhe na inspiração de “Salve Jorge”. 
Com todo o respeito aos saudosos fãs da Carminha.. Se joga! Essa tendência veio pra ficar!
No detalhe: Prato super colorido (amei!) para pendurar na parede ou apoiar em um móvel.
Mate a sede com estilo: Moringa com a bela e protetora oração.
Quadrinhos em MDF 3D com a imagem de São Jorge.
Caixas organizadoras que são um "santo" charme!  

E depois de ver essas peças lindas com a temática do “santo guerreiro” estou bem certa de que é a vida que imita arte. E se essa "inspiração" vem da novela ou não, tanto faz... Só sei que eu quero tudinho lá em casa :-)

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Todos os objetos são da Depósito Santa Mariah, uma loja virtual que o Decorviva ama de paixão e que só vende produtos bacanas. Entra lá pra conferir! Ah, é o blog deles também é o máximo, cheio de ideias lindas pra decoração da casa, do jeito que a gente gosta!



28 de outubro de 2012

Casa Cor Rio 2012. Decorviva esteve lá!


Quando começa a temporada de eventos de decoração aqui no Rio meu coração chega a bater mais forte! Se tem coisa que eu adoro nessa vida é perder horas percorrendo todos os ambientes e observar cada detalhe, tentando imaginar de onde vem a inspiração dos profissionais para conceituar seus espaços. E esse ano eles estão de parabéns.

Esse ano, a 22ª edição do evento no Rio acontece no Flamengo, numa casa super imponente e cheia de charme construida em 1922 (já tendo funcionado como hotel, internato e casa para estudantes universitários) e fez questão de contar a história do lugar com um corredor lotado de fotos e textos de época e deixando em sua maior parte a estrutura antiga aparente. Lindo, diga-se de passagem! 

Visito o Casa Cor todos os anos e aprovo a decisão de escolher locações diferentes em cada edição, coisa que aguça ainda mais a curiosidade, por que a gente fica doido pra ver por dentro as mansões e palacetes que só admiramos pelo lado de fora. 

O Decorviva esteve por lá, amou o que viu (uma das mais bacanas edições, pelo conjunto da obra e coesão entre ambientes na minha opinião) e vem trazer um pouquinho dos ambientes que mais tem sua cara. Óbvio que não deu pra colocar tudo o que eu gostei aqui pra vocês…mas isso pode ser assunto para um próximo post! Topam?

Por enquanto, divirtam-se e inspirem-se nesse mini tour!


Estúdio da Estilista Gabriela Eloy e Carolina Travaglini



Foyer do Brigadeiro Carolina Escada e Patricia Landau



Sala Interativa Tiana Meggiolaro e Bia Lynch



Laboratório Gourmet Duda Porto


 
Loft+Rio Luiz Fernando Grabowsky

 
 

  
Living Erick Figueira de Mello



 Estúdio do Designer Dani Parreira e Flávia Santoro


Hostel Boutique Patrícia Fiuza



Apartamento da Fotógrafa Adriana Valle e Patrícia Carvalho


Apartamento Carioca Alexandre Lobo e Fábio Cardoso



Espero que tenham gostado das imagens! Se você ainda não foi ao Casa Cor Rio 2012 eu recomendo fortemente o programa. Você terá muito pra ver (e pra querer também)!

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CASA COR RIO 2012
De 03 de Outubro a 19 de Novembro
Terça a Domingo: das 12h00 às 22h00
Av. Rui Barbosa nº 762 - Flamengo - Rio de Janeiro - RJ

Ingresso
Terça a Sexta: R$ 35,00
Sábado, Domingo e Feriados: R$ 40,00
Estudante (apresentando a carteira e idosos acima de 60 anos): Meia Entrada

Fotos: Decorviva

25 de outubro de 2012

Decoração do condomínio? Isso existe?


Todo mundo tem um prédio no bairro que é o mais tosco, aquele prédio que as pessoas passam em frente e logo pensam: “ihhh só deve ter apartamento feio ali dentro” ou “essa é a parte feia da rua”. Pior quando é você que mora no prédio feinho e desde a portaria já tem que ir dando desculpas para as visitas: “Não reparem nessa portaria gente! Vamos ter obras em breve e vai ficar bem mais bonitinho...”. Difícil mesmo é acreditar na própria mentira. kkkkk 

Na real, a modernização das fachadas e a decoração das áreas de uso comum são abordadas, na maioria dos prédios, como um assunto quase irrelevante. Essa maneira de pensar pode acabar se caracterizando como um erro quando começa a afetar a maneira como o prédio é visto e até acarretar na desvalorização dos apartamentos. 

Por isso, acho legal abordar nessa semana questões estéticas que afetam o bem-estar (e porque não a auto-estima) dos moradores, no bom humor e na vida, já que o ambiente que em vivemos nos afeta, concorda? 

Em geral, o hall de entrada dos condomínios não é um local em que as pessoas ficam e essa é até uma regra da maioria dos condomínios. Apesar disso, é no hall onde a primeira impressão do condomínio é construída na cabeça dos visitantes. Para a arquiteta Ana Maria Wey, presidente da Associação Arquibrasil, “em hipótese alguma o hall pode ter uma imagem de desleixo ou má conservação, pois é a partir dele que temos a impressão de que o edifício foi bem construído e que suas instalações estão em perfeitas condições”, ou seja, um hall mal cuidado pode fazer as pessoas acharem que o edifício tem problemas estruturais, mesmo não tendo. 

Antes de sair decidindo em assembleia que é um luxo colocar um tapete de zebrinha no hall, é importante definir o perfil do prédio e dos seus moradores. Por exemplo, se seu prédio tem crianças, o ideal é usar pisos cerâmicos e outros materiais duráveis e fáceis de limpar. O ideal também é que o hall tenha poucos móveis (já que ele não é uma sala) e os mesmos sejam protegidos por tecidos impermeáveis, dessa forma não haverá o risco de estragar com facilidade. Uma boa dica é não usar objetos pequenos na decoração, já que eles podem “sumir” facilmente, e muito menos usar objetos delicados, que adoram aparecer misteriosamente quebrados. 

Os tapetes são interessantes, mas não são aconselháveis para áreas de muita circulação e nem se no prédio houver idosos, já que o tapete em contato com o piso liso pode causar acidentes. 

Vale lembrar que toda a decoração das áreas comuns envolve custos adicionais a todos os condôminos e esses custos devem ser aprovados em assembleia, já que se enquadram na benfeitoria do imóvel. Pensando nisso, é mais indicado contratar um profissional para planejar toda a decoração (após ouvir as principais vontades dos moradores) e assim reduzir custos e evitar possíveis desperdícios, além de criar um ambiente harmonioso de acordo com a renda disponível. 

Se o seu prédio tem piscina, escolha móveis com alta durabilidade e que não necessitem de manutenção, as espreguiçadeiras de fibra sintética com alumínio estão sendo bastante usadas hoje em dia. Caso a opção seja móveis de madeira, é altamente recomendada a aplicação de um verniz apropriado para proteger a mobília contra água. Caso decidam colocar arranjos na piscina, optem sempre por flores naturais ou secas, as artificiais, apesar de práticas, perdem a cor e ficam cheias de poeira quando expostas ao clima. 

É legal que a partir do momento que seja investido em uma boa estrutura para o condomínio, se estude também a possibilidade de contratar uma equipe profissional para fazer a limpeza do prédio, dessa forma, não haverá risco de perder algum objeto por causa do mau uso.

Agora que o básico já foi dito, que tal mudar um pouco? Afinal o prédio é uma extensão do nosso apartamento queremos nos sentir em casa nele também, né? 

Segue um videozinho inspirador de uma transformação de portaria que a Bel Lobo fez no programa Decora. Um luxo!

E aí no seu prédio? Conta pra mim se você aprova ou reprova a sua portaria no desafio da beleza? Eu acho até que já sei a resposta... Mas não custa perguntar né? Vai que...