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boasvindas

21 de setembro de 2012

Lixo-Luxo: O saco que virou almofada!


Novo layout, novas colunas, novas experiências... Aos pouquinhos você vai notando que o Decorviva vai ganhando algumas novidadezinhas por aqui. Hoje venho trazer uma, que de tão simples, parece boba. 

É a sessão “Lixo-Luxo”, onde vou mostrar pra vocês (com exemplos práticos, feitos aqui em casa) as grandes transformações geradas por uma pequena atitude: Reaproveitar o lixo ou coisas que iriam parar por lá se ninguém fizesse nada.

Assim como essa almofada, que foi produzida usando um saco que arroz que eu “resgatei” do lixo de um restaurante que eu adoro aqui perto de casa. (Em tempo: Não, eu não fui revirar o lixo de lá! Rs. Acontece que enquanto estava esperando meu pedido, um funcionário entrou carregando sacos e mais sacos de arroz em direção a cozinha, olhei para aquele movimento, mirei na estampa do saco, me apaixonei, pedi pra atendente ver se descolava um pra mim e deu certo. Tá explicado! Rs.)

Bastou apenas lavar o saco, enche-lo com espuma em flocos (ou acrilon), costurar a abertura... e pronto! Aquele saco de arroz, cheio de potencial mas que fatalmente iria parar na lata do lixo, se transformou numa almofadinha bacaninha e que faz maior sucesso aqui em casa (um monte de gente já pediu pra levar ela embora kkk).

E ai gente? Que tal dividirmos experiências sobre como transformar nosso lixo em luxo aqui pelo blog heim? Sempre que você vir esse selinho pintando por aqui, significa que algum objeto foi resgatado e reutilizado. E que com criatividade e força de vontade, a gente pode deixar nossa casa mais bacana e o planeta menos sobrecarregado.

O que acham?

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Lembram da caixa customizada com embalagens que eu fiz? Tudo a ver com Lixo-Luxo né?


18 de setembro de 2012

Uma cadeira (de design) pra chamar de minha!


Durante muito tempo eu sonhei em ter uma cadeira Panton e agora o sonho virou realidade! Acabei de levar uma vermelhinha pra casa e tô morrendo de amores por ela.

A Panton é o tipo de cadeira que levanta a moral de um ambiente. É sério! Basta apenas uma e o espaço ganha novos ares como num passe de mágica. Além de ser uma cadeira desenhada há mais de 50 anos, seu formato irreverente (parece uma escultura) ainda hoje é uma das cadeiras mais desejadas por amantes de móveis de design, e nessa categoria eu me incluo com certeza.

Criada em 1967 pelo designer Verner Panton, foi a primeira cadeira a ser moldada integralmente em plástico e até hoje tem cara de inovação. De tão versátil que é, ganhou até um concurso de customização promovido no Reino Unido onde artistas e designers personalizam este ícone do design.

E embarcando nessa onda de customização (assim como faço em quase tudo aqui em casa) também resolvi dar uma carinha exclusiva pra minha Panton vermelhinha. Procurei pensar em algo que pudesse mudar se por acaso um dia eu resolvesse voltar atrás e para isso nada mais barato e seguro do que adesivos.

Fiz essas opções no photoshop pra ter ideia do resultado e agora tô numa dúvida cruel por que gostei de todas (aloka).




Como eu sei que tenho bons amigos aí do outro lado da tela, venho pedir uma pequena ajudinha pra me decidir. Me diz qual opção você acha que eu devo fazer? Please!!! A que for mais votada será a escolhida (e eu vou te amar pra sempre pelo favorzão :-)

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Boa dica: A minha Panton é da Evidenze, uma loja virtual que vende cadeiras de design. O preço é ótimo (bateu a T&S e a Etna), tem entrega imediata pra todo o Brasil e se você estiver no Rio, eles trazem em casa e você passa o cartão na hora (isso é ótimo pra quem quer ver a cadeira ambientada na decoração). Entrei em contato com o dono, falei do Decorviva! e ele mandou dizer que dá 10% de desconto pros leitores do blog que curtirem a Evidenze no facebook. Se você estava sonhando com uma cadeira de design assim como eu, acho que essa é uma boa hora pra transformar sonho em realidade #ficaadica

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Não se esqueça de me dar aquela força heim #nãovotenulo kkkk

Esse não é um post pago.

12 de setembro de 2012

Convivência forçada ou quase isso!

Confesso, sou criança de apartamento! 
Nasci e fui criada em um, então dá para concluir que nunca fui muito de subir em árvores ou brincar na terra. Fui mais de brincar de casinha, estátua, pique e suas variantes, passa anel e salada mista (ui!) no play do prédio com meus vizinhos (também crianças de apartamento como eu, obviamente). Enfim, qualquer atividade que não precisasse de muito espaço, afinal nosso território era bem limitado. Claro que apesar da minha pouca aptidão para árvores como eu confessei acima, por outro lado, eu aprendi a lidar bem com pessoas e posso dizer, dou o devido crédito da minha habilidade social ao fato de eu ter sempre morado em condomínio.

Foto da minha desenvoltura subindo em árvores kkkk
Quando se mora em condomínio convivendo com diversas pessoas (Lê-se, diversas personalidades) se aprende algumas lições, principalmente quando se trata de respeitar o espaço alheio. No quesito paciência e jogo de cintura, não dá para esquecer-se daquela vizinha que te aluga no elevador para falar sobre os últimos acontecimentos da novela, o vizinho fanático por futebol que grita o nome do time na janela a cada gol, a festinha infantil que bota pra tocar (em alto e bom som) a coleção completa “para baixinhos”, a vizinha-problema que a cada semana diz que vai colocar alguém na justiça e por aí vai...

Às vezes só o fato de saber que tem pessoas por perto já conforta.
É claro que aprendemos (ou nos esforçamos) a também não sermos um pé no saco para quem convive próximo. Morar em condomínio te mostra (ás vezes de maneiras não muito agradáveis) que seu espaço não pode invadir o espaço do outro e que sua diversão não deve incomodar o “amiguinho do lado”.
Vivendo e aprendendo que nem todos gostam de The Doors à 1h da manhã.
É claro que também existiram as histórias engraçadas: dormir no corredor por ter esquecido de levar a chave pra noitada, lembrar do vizinho com pinta de durão que cantava fininho e aos berros no chuveiro... Minha vida, apesar de acontecer longe de um grande quintal, sempre foi repleta de boas lembranças e de pessoas que se tornaram bons amigos.

Hoje em dia estou vivenciando um momento muito mais participativo nas questões de um condomínio, exercendo a função de subsíndica. Mesmo com todas as responsabilidades do cargo, busco sempre reviver, agora por uma perspectiva “adulta”, todas as lembranças e boas histórias de se viver em “comunidade”. Então, espero que essa coluna seja um espaço onde experiências, dicas e “causos” possam ser compartilhados e desfrutados, até por que, quem foi que disse que a vida em condomínio também não pode ser boa? :-)


10 de setembro de 2012

Capítulo 5 - Acabooooooou!!!

Por Vanessa Visentin. (Esqueceu de mim? Entre aqui e relembre como essa história começou). 
E aí pessoal? Quanto tempo né? Quase uma eternidade! Por muitas vezes eu achei que esse post não aconteceria. Foram tantas as emoções nessa minha jornada obrística que o quase impossível aconteceu: A obra acabou e eu já me mudei!!!

Quem acompanhou o início da minha saga “à procura do cantinho perfeito”, sabe que quase 1 ano se passou desde que comprei meu primeiro imóvel e entrei em obras. E como era de se esperar eu esperei mais do que pretendia e minha paciência foi testada até o limite do aceitável (Os pepinos de uma obra acontecem pra todo mundo, estamos todos no mesmo barco).

Tentei por muitas vezes escrever pra vocês contando minhas aventuras regadas a sangue, suor e entulho, mas cadê tempo? Esse lance de ser mãe, mulher, profissional e ainda tocar uma obra faz com que a gente quebre várias promessas. E assim aconteceu: Sumi do mapa.

Tudo que poderia ter dado errado, deu. Tudo o que eu poderia ter gasto além do planejado, eu gastei. Tudo o que poderia ter demorado, demorou (lembre-se que me prometeram o apê pronto em 3 meses... hahahaha... tem que rir!). Mas enfim, nem tudo foram flores, mas em compensação muitas lições foram aprendidas e eu me orgulho muito de ter conseguido chegar até o fim!

Mas hoje venho aqui te contar essa boa notícia, trazer algumas fotos da tão sonhada fase “decoração em andamento” e também me colocar a disposição para responder qualquer dúvida sobre o meu “suado” momento obra.

Vamos finalmente ao “antes e depois” ? 3, 2,1 e...
Pintei a sala todinha de cinza e ficou do jeitinho que eu imaginava. Tirei a porta da cozinha e coloquei uma de correr para ganhar espaço. A "sala de jantar" está uma bagunça e ainda não tem lustre mas em breve resolvo esse problema.
A cozinha ainda é uma grande promessa. Ainda não tenho armários e tô me virando do jeito que dá. Mudei a pia de lugar e fiz uma grande bancada de granito em toda a largura da parede. Ainda tenho que colocar azulejos ou pensar em alguma solução para a parede da pia. A grande vedete é minha porta de correr amarelo-gema. Adoro!


Na sala está tudo meio jogado ainda. O lustre é uma gambiarra, a janela não tem cortinas e os sofás estão super detonados pela obra e pelos meus queridos gatinhos. Mas reparem no meu chão: O trabalho de restauração dos tacos e sinteko ficaram muuuito bem feitos!


Ahhh, isso é motivo de orgulho! O banheiro grande e nada funcional foi "partido ao meio" e virou um banheiro principal e uma suíte pro quarto do meu filho. As coisas que mais gostei foram: Rebaixamento do teto de ambos, mangueira de led atrás dos espelhos (a luz da suíte é azul!) e minhas bancadas de cimento queimado. Como ainda não tenho blindex, na hora do banho é uma molhadeira só.
Nesse espaço ainda está tudo meio jogado e a bagunça predomina. Mas a criança tá feliz, isso é o que importa!
A grande sacada desse espaço foi destruir essa construção estranha atrás do tanque. Ganhei uma área enorme e, como minha cozinha é mínima, esse lugar se transformará numa copa que vai ganhar até uma churrasqueira elétrica (comprei uma no brechó por 50 reais). Transformei o quarto de empregada em lavanderia. Tá uma zona de dar dó ainda mais com o tempo eu chego lá. 

É isso pessoal! Se a Vivi quiser continuar com a coluna Obra-prima 303 eu posso pintar por aqui de vez em quando pra mostrar detalhes da fase decorativa do apê que está apenas começando. Mas como eu furei tanto com ela e com a coluna desde então, não sei se ela vai me querer por aqui de novo não. Hahahahaha.

P.S. O meu quarto e o quarto de hóspede/escritório eu vou ficar devendo porque não têm nenhum atrativo ainda pra mostrar. Mas do que viram até agora, valeu o perrengue da obra? Me contem aí vai :-)

Beijos em todos, Vanessa. 



3 de setembro de 2012

A reciclagem como forma de expressão


Segundo seu perfil no Flickr, o artista inglês My Dog Sighs, se auto-denomina artista de rua, professor, pai e tolo. Entendi e aceitei quase tudo, agora com o “tolo” eu vou ser obrigada a discordar.

Desde 2002 pode-se encontrar nas ruas, sobretudo as de Southsea, em Portsmouth, Inglaterra, pequenas latas com rostos humanos cheios de expressão. Toda sexta-feira uma lata com a intervenção do artista é deixada na rua, ficando à espera de que alguém passe por ela e queira “adotá-la”. Esse projeto chama-se "Free Art Friday", e já inspirou vários artistas no mundo todo a utilizar vários materiais para criar peças de arte que são deixadas nas ruas à espera de alguém que passe, pare, pegue e as leve para casa.


My Dog Sighs (até agora não vi nada sobre seu nome verdadeiro), que encontrou o suporte para sua arte numa lata esmagada no meio da rua, conta que antes de começar a pintar, não sabe qual vai ser o aspecto da lata até esta renascer em suas mãos. "Eu sempre me surpreendo com o resultado", revela. O artista procura sempre conferir um ar melancólico às suas peças, dando uma máscara à lata ou fazendo-a chorar, desenhando algumas lágrimas. "Eu espero que ao passarem, as pessoas sintam o seu coração ser puxado pelas latas", confessa My Dog Sighs.


Neste video você vê o processo de criação dessas latinhas incríveis. 
Vale a pena assistir!


My Dog Sighs - A Can is Born from Strong Island Media on Vimeo.

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Fique tranqüilo My Dog Sighs! O coração de uma brasileira (euzinha) você já tem!!! Além de bacanérrimo, seu trabalho pra mim é uma mensagem “sustentável” contra o desperdício, a banalização do consumo e, sobretudo, sobre a falta do devido valor à beleza das coisas simples da vida.

Filosofei mas gamei! E você, gamou também?